O Autor do Site

Rogério Toledo Arruda, nascido aos 09/09/1945, em Pirajuí, é descendente de tradicional família cafeeira de Jaú, ambas no interior paulista. Além das pesquisas a respeito da ferrovia SPR também se dedicou às pesquisas sobre a vila de Paranapiacaba, tornando-se historiador em ambos os assuntos.

O Objetivo do Site

Há momentos e fatos da vida que não devem ser passados despercebidos de nossa memória, atenção e respeito.
Aos ingleses, a Irineu Evangelista de Souza e a SPR, a gratidão brasileira.

São Paulo – uma pequena história

São Paulo de Piratininga, a vila fundada em 1560 por Mem de Sá, então Governador-Geral do Brasil, haveria de repousar junto às águas do Tamanduateí por exatos três séculos…
e veio a SPR – São Paulo despertou!

Século XIX – O Brasil e os Ingleses

Inglaterra – uma nação que ditou os caminhos do mundo e do Brasil durante o século XIX.
Força maior de nossa colocação entre as grandes pátrias ocidentais, retirando-nos de um ostracismo secular.
Razão de nosso despertar, Aprendemos a caminhar sós e para nós. Ganhamos nossa liberdade.

SPR – Antecedentes

Podemos dizer que a história da SPR se iniciou com a vinda de D. João VI para o Brasil.
Com a chegada da Corte portuguesa em 1808, estava se iniciando o “século inglês” – uma nova era em nossa terra.

A Construção – À Espera do Trem

Em nenhuma outra cidade do Estado de São Paulo foi tão grande a expectativa pela construção da SPR quanto na cidade de Santos. Esperaram, duvidaram, criticaram mas, sobretudo, alimentaram esperanças – esperanças viraram sonhos – sonhos viraram realidade.

A Construção – A Estação do Valongo

Marco inicial da grande obra inglesa. Junto ao porto tornou-se um ícone na cidade de Santos. Ponto de partida para uma “aventura” no planalto. De sua gare, quantos olhares e dúvidas :
“Será que vale a pena subir? Dizem que lá tem índios ferozes!”

A Construção – O Início das Obras

Nas “terras santas” do quintal do Convento de Santo Antônio foi lançada a pedra fundamental da maior expectativa do povo bandeirante – a primeira ferrovia paulista. 15-05-1860 – o dia que virou a página da história do Brasil.

A Construção – O Aterrado do Cubatão

Ao olhar dos ingleses, o grande desafio seria vencer a guardiã do planalto – a Serra do Mar.
Mal podiam imaginar que nos mangues do “Aterrado do Cubatão” iriam enfrentar o suplício maior – as exasperadas críticas do povo santista – “Façam a ferrovia, mas nos devolvam o nosso aterrado!”

A Construção – A Chegada dos Materiais

Liverpool e Glasgow – principais pontos de partida dos mais de cem navios que aportaram em Santos, com carregamentos de materiais para a ferrovia.
A cada chegada se materializava o sonho – os trilhos avançavam .

O Café em São Paulo

Razão maior da construção da SPR, aguardava um novo meio de transporte para o porto de Santos.
Ao chegar dos trilhos às terras virgens do oeste paulista, floresceu e frutificou – em seus pés nasceu uma nova nação.

O Porto de Santos

Orgulho do povo santista. Orgulho do povo paulista.
Portal maior de entrada e saída de nosso comércio internacional.
Um gigante a serviço da pátria.

A SPR e Paranapiacaba

Um acampamento no alto da serra! Braços nacionais e estrangeiros! Fizeram a sua parte na construção serrana, durante cinco anos! Não foram diferentes dos outros cinco mil, que construíram a ferrovia. Mas o trabalho terminou, e eles se eternizaram! Foram o coração e a alma dos 139 quilômetros de trilhos, por 90 anos. Frio, chuva, neblina, vento e garoa! Nada os demoveu de sua missão – a serra sentiu o seu suor – a serra acolheu os que tombaram! Foram livres na escolha – foram escravos no dever!

Sistema Funicular

Nasceu tão simples. Usado em coisas tão triviais. Filho de um dos mais elementares princípios da física.
Revolucionou nossa engenharia. Transportou riquezas. Construiu um novo país.

Estação da Luz

Marco maior da engenharia inglesa em terras paulistas. Marco maior da ferrovia que construiu o Brasil moderno. Marco maior da cidade de São Paulo, no “século das luzes”. Marco maior no orgulho paulista.

Barão e Visconde de Mauá

Não se constrói uma grande nação sem grandes homens. Não se alcança o futuro sem dignidade e caráter. Não se merece o respeito sem passos limpos pelos caminhos percorridos.
Quem sabe um dia caminharemos lado a lado com um dos maiores brasileiros da história. Quem sabe um dia possamos dizer : aprendemos sua lição – obrigado Mauá!

Imigração em São Paulo

Desde os primórdios de nossa história os homens migraram, no entanto há momentos mais decisivos, onde o encontro de novas paragens e a convivência com outros povos alteram o rumo do caminhar da humanidade.
Nós paulistas sentimos isso ao abrirmos os braços para os que aqui chegaram.

Escravidão negra e indígena

Passo a passo a humanidade caminha em busca de seu destino. Não há caminhar sem lágrimas e arrependimentos, e muitas vezes envolvemos o próximo em nossos tropeços. E é neste momento que podemos dar um grande passo adiante, ao pedirmos perdão a quem sofreu por nós.
NEGROS e INDÍGENAS queiram nos perdoar.

SPR – Um Pequeno Museu

Os fatos históricos não são importantes por si.
Sua importância depende de nossa memória e de quanto os valorizamos.

A SPR e o Livro A Carne

É interessante a relação entre o livro “A Carne” e a ferrovia SPR. Pode-se afirmar que o autor – Júlio Ribeiro – foi o primeiro brasileiro a descrever o sistema funicular.
Também é interessante a relação com o autor deste site, por ser este, sobrinho do produtor do filme que se baseou na obra de Ribeiro.

SPR – Curiosidades

Em todo trabalho que realizamos, grandes objetivos são alcançados, porém nem tudo o que pesquisamos e informamos possui a mesma dimensão.
Em pequenas coisas podemos encontrar a satisfação de uma grande curiosidade.

Bibliografia e pesquisa

É uma grande recompensa quando olhamos para a lista bibliográfica que constitui nosso trabalho, podendo ver o tamanho do esforço desprendido. No presente, foram mais de 30 livros estudados.